André Batista

Venho da margem sul mas nunca assaltei nem fui assaltado até porque “brothers da margem bulem bué”. André foi o nome que os meus pais me deram, mas raramente o ouço. Também nunca tive uma alcunha, apresento-me quase sempre como Batista (sem p). O Hip Hop entrou na minha vida desde muito cedo. Nas minhas memórias de infância tenho Da Weasel e Rage Against The Machine a passar nas colunas do colégio onde decorreu a maior parte da minha infância. Quando recebi o meu primeiro mp3 ainda durante a primária, praticamente só ouvia Sam, Boss AC e Valete (trocadilho intencional) ainda antes de entender a mensagem. Ao longo dos meus anos escolares o Hip Hop sempre me diferenciou dos meus colegas no aspecto musical mas isso não me fez perder a paixão e hoje em dia orgulho-me em fazer parte de um movimento que contribui tanto para a cultura e estar “ao serviço do Hip Hop, a maior das majestades”.