Hip Hop Rádio

A Emergência do Hip Hop é Iminente

Parece que ainda ontem começou o festival que une pessoas, música e muita arte: o Iminente. Desde cedo, a festa destaca-se pelo seu ambiente e conceito. Além dos artistas anunciados, encontramos peças de arte que tornam a vista da panorâmica de Monsanto única. Este ano, apesar da chuva e do mau tempo, nada parou quem pisou o recinto. Por Marta Laranjeira | Fotografia de Rodrigo Santos (Dia 1) e Daniel Pereira (Dias 2 e 3)

No primeiro dia respirava-se rap tuga em quase todos os palcos. Desde o palco cave que acomodava quem lá passava, onde atuou Deau ou Rafa G, até ao principal. Lá fora, era Apollo G quem pôs toda a gente a dançar e, ainda contou com a presença de convidados, como é o caso de Bispo.

As expectativas ficaram altas para o segundo dia que misturou várias culturas, graças à presença de artistas como Mayra Andrade ou Vinicius Terra. No palco cave aconteceu algo inédito : o primeiro concerto de Mike11. No palco escada, porventura, estreou “A nossa cena” um projecto que trouxe até ao Iminente uma grande energia. Mas o grande destaque vai para Common: artista americano que pela primeira vez atuou em Lisboa. A sua presença em palco, não deixou ninguém indiferente, principalmente quem viu o seu freestyle de 10 minutos. A noite acaba, mas apenas para dar início a mais um dia.

A tarde começou com Fred, Dealema e L-Ali. No dia 21, deu-se o épico e único concerto anunciado de Classe Crua. Algo memorável para todos os fãs de um dos melhores álbuns deste ano. Papillon também esteve na casa e celebrou o novo projecto de Slow J, comovendo todos com as suas palavras. A noite finalizou com Just Blaze que fez com que todos os festivaleiros tirassem o pé do chão.

O último dia em nada falhou, mas o destaque vai para Nerve e Beatbombers. O Iminente deu por finalizada mais uma edição, mas para o ano há mais, e sabemos que nenhum de nós vai querer perder

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